Sepse: copo meio cheio, meio vazio ou transbordando?

21 jul

FB - CAPA 32

Neste SVCast, você vai ouvir parte da discussão que permeia o nebuloso cenário da ressuscitação volêmica! (Ou seria ressuscitação “polêmica””? Ba dum tss). Numa pegada diferente dos últimos, desta vez nós estamos plantando a semente da curiosidade em vocês, ao invés de fornecer respostas!

Quem convive com centros de terapia intensiva e emergência sabe que ocasiões em que, após o protocolo de ressuscitação volêmica inicial do paciente séptico, o plantonista tem que ligar pro nefrologista de plantão solicitando que o paciente entre em diálise por hipervolemia não são poucas, não é verdade?

Muito embora a atual diretriz do Surviving Sepsis Campaign ainda traga, em sua última edição, a emblemática recomendação de prover 30mL/kg de peso do paciente como medida inicial, hoje se discute cada vez mais o quanto essa ressucitação não seria iatrogênica. Há duas perguntas que devem pivotar a ressuscitação volêmica. A primeira é famosa e você provavelmente já conhece – O meu paciente responde a volume? Diversos métodos – invasivos ou não – vêm sendo desenvolvidos para que ela seja mais eficientemente respondida. Já a segunda – O meu paciente PRECISA de volume? –  é solenemente ignorada na prática e, para alguns autores, até mesmo na sagrada diretriz do Surviving Sepsis Campaign 2016.

Acompanhem aqui esta discussão. Esperamos que vocês gostem!

Pedro Ribeiro

#FaçamValerAPena #FaçamValerAVida

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