Fibrilação Atrial e Doença Coronariana, terapia antiplaquetária ou anticoagulação?

28 jul

FB - CAPA 33

 “Pedro, eu já sei que meu paciente pode precisar de terapia antiplaquetária dupla após a angioplastia! E já sei também que a anticoagulação pode ser necessária em casos de Fibrilação Atrial!”

Mas e quando ele for coronariopata E  tiver Fibrilação Atrial?

Num primeiro momento, a possibilidade de combinar a terapia antiplaquetária e a anticoagulante parece assustar, não é?

“Esse cara vai sangrar”, você pensa. Prevendo esse cenário dúbio e sabendo que ele se torna cada vez mais comum na prática médica, a última diretriz da Sociedade Europeia de Cardiologia resolveu propor um regime terapêutico que contempla esse seleto grupo de pacientes que cresce a cada dia.

“Ah, mas isso não é prática ambulatorial? Eu achei que vocês falassem de emergência!”

E por que você acha que nós não estamos falando? Em grande parte das emergências do Brasil, o médico responsável pela prescrição de alta do paciente que foi angioplastado é aquele da Emergência. Não bastasse isso, não te soa importante conhecer os regimes terapêuticos apropriados numa avaliação emergencial? Saber se aquele paciente está tomando medicamentos que aumentam seu risco hemorrágico é extremamente relevante. Bem como se seu risco trombótico está adequadamente controlado, não acha? Pois bem! Nós da Sala Vermelha também achamos! Fica ligado neste Podcast que você vai entender tudo sobre o tema.

 

Ah sim, a diretriz que nós citamos é de acesso livre e você pode pegá-la aqui: https://academic.oup.com/eurheartj/article/37/3/267/2466099/2015-ESC-Guidelines-for-the-management-of-acute

Até mais!

Pedro Ribeiro

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